ACM Neto Quotes

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Nota: Se procura pelo senador Antônio Carlos Magalhães, consulte: Antônio Carlos Magalhães.


137416; Brasilia - Entrevista do Deputado, Antônio Carlos Magalhães Neto. Foto Antonio Cruz/ABr.

Antonio Carlos Peixoto de Magalhães Neto (nasceu dia 26 de janeiro de 1979, em Salvador, Bahia, Brasil). É advogado e político brasileiro.



  • "O presidente da República, ou qualquer um dos seus que tiver coragem de se meter na minha frente, assim como disse o senador Arthur Virgílio, tomará uma surra. Não me intimido. Tenho coragem e vou até o fim. Não mexam com os meus nem comigo, porque estou pronto para me defender".
- No Congresso Nacional, reproduzido pelo jornal Folha de Sao Paulo, no dia 02 de Novembro de 2005

Sobre


  • ACM Neto:

"O presidente da República, ou qualquer um dos seus que tiver coragem de se meter na minha frente, assim como disse o senador Arthur Virgílio, tomará uma surra. Não me intimido. Tenho coragem e vou até o fim. Não mexam com os meus nem comigo, porque estou pronto para me defender". - No Congresso Nacional, reproduzido pelo jornal Folha de Sao Paulo, no dia 02 de Novembro de 2005


“Aquele tampinha não tem coragem nem com a mão suja de cocô de bater em ninguém”. Ciro Gomes chamou de “anão moral” o neto de Antônio Carlos Magalhães, o deputado ACM Neto, 26 anos de idade e 1m60 de altura. “Aquele tampinha que não tem coragem nem com a mão suja de cocô de bater em ninguém”, Ciro Gomes, ministro da Integração Nacional, referindo-se ao deputado ACM Neto, 26 anos, 1,60 m de altura, que ameaçara dar uma surra no presidente Lula Fonte: Revista Isto É! de 28/12/2005 In: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/429/economia/acm_neto.htm


  • "Quem renuncia para não perder o mandato é culpado pelo resto da vida"( Dito por ACM Neto no programa do Jô de 30/10/2005 )

Das três uma: ou não há mais respeito entre netos e avôs; ou sua memória é muito curta e sua prepotente visão não lhe permite enxergar o próprio umbigo; ou tem a plena segurança que nós brasileiros somos um bando de idiotas e esquecemos com rapidez fatos desabonadores.


  • "Seguindo os passos e bravatas do Senador amazonense, veio o Deputado ACM Neto (PFL-BA) — um moço velho, que herdou do avô todas as manias e práticas antigas da politicalha — e também prometeu que ia dar uma surra no Presidente Lula. Dias depois dessas escaramuças de saloon de bangue-bangue em Brasilía, o Ministro Ciro Gomes, desafeto dos ACMs nos negócios da transposição das águas do Rio São Francisco, referiu-se ao Deputado ACM Neto na base de diminutivos como “tampinha”, “tamborete”, “rodapé” e outros mais no mesmo sentido.

Pronto. Foi o suficiente para que o Senador ACM também subisse nas tamancas, e revidasse as ofensas feitas ao seu neto, desafiando Ciro Gomes para um duelo às margens do Lago Paranoá. E mais: acusou o Ministro de ter recebido R$ 450 mil do escândalo do Valerioduto, além de chamá-lo de covarde, desonesto, sem caráter e bajulador do Presidente Lula, a “escória da política brasileira”, completou. " In: http://www.abi.org.br/colunistas.asp?id=417


  • UM DUTO BAIANO

Uma conta fantasma de R$ 101 milhões, pagamentos irregulares e suspeita de caixa 2 rondam o terreiro de ACM

Por Leandro Fortes, de Salvador

“Pense em algo excêntrico, inusitado, em algum absurdo qualquer: ele já aconteceu na Bahia”. A frase é de Otávio Mangabeira, governador do estado em meados do século XX, representante de um tempo em que a política baiana ainda nutria gosto pela gentileza e pelo bom humor. A frase, há muito, inclusive, deixou de ser singular. É repetida Brasil afora, com alguma constância, por folclore ou resignação, mas tem ganhado um sentido pleno nesses tempos de CPIs – menos pelos absurdos cometidos pelos acusados, mais pela qualidade dos acusadores. Prova disso é a presença diária da bancada baiana do PFL na corte televisiva da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios. É uma turma que engrossa a voz no Congresso Nacional e faz ouvidos moucos às denúncias de maracutaia na Terrinha. Nem uma única palavra, por exemplo, sobre um esquema semelhante ao duto de Marcos Valério Fernandes montado na Bahia e descoberto, este ano, por um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Mais aqui... : http://www.cartacapital.com.br/index.php?funcao=exibirMateria&id_materia=3346


  • GRAMPOS E BRAVATAS

No país das CPIs, tão desacreditadas quanto inúteis, nada mais surpreende o cidadão brasileiro que, resignado, alimenta poucas esperanças de que as coisas melhorem algum dia com a ascensão de uma classe política séria e realmente preocupada com a solução dos grandes e graves problemas nacionais. Há meses a mídia se alimenta de denúncias quase diárias que se perdem no vazio das comissões ou nem chegam até lá: se desfazem como castelos de areia diante da pouca credibilidade de seus autores.Foi assim com a “denúncia” contida na última edição da Veja, sobre o aporte de dólares cubanos na campanha de Lula. O material publicado pela revista trouxe de volta a estratégia do velho e abominável MAC (Movimento Anti-Comunista) e acabou caindo no rídiculo. A reportagem – se é que se pode dar a ela esse nome – não merece maiores comentários, pois se baseou em informações de pessoas absolutamente desqualificadas da sociedade brasileira. Com isso, se esvaziou em poucas horas e acabou ganhando a pecha de “mentirosa”, conforme artigo do professor da USP, Emir Sader, publicado na revista Caros Amigos.Ainda estava quente o defunto fabricado por Veja, eis que uma nova denúncia agita o parlamento brasileiro: a escuta telefônica. Partindo de quem partiu, o deputado ACM Neto, a denúncia tem tudo para cair na vala comum do descrédito. O jovem deputado, na esteira da vocação política de seu avô, não perde a oportunidade de aparecer para a mídia. E esta, sempre em busca da manchete do dia seguinte, não está nem um pouco preocupada em apurar a veracidade dos fatos. Ela precisa manter o fogo alto e alimentar uma crise que parece não ter fim. Qualquer um pode sair por aí dizendo-se vítima de grampo telefônico, sem apresentar provas. Aparentemente, até prova em contrário, trata-se de mais uma bravata do jovem deputado ACM Neto, que tem se revelado um mestre na arte de jogar para a torcida. Além do mais, nessa história de grampo telefônico, seu avô tem larga experiência. Nunca ficou bem esclarecida a participação do Senador como mandante intelectual de grampos telefônicos sem autorização judicial nos anos de 2001 e 2002, denúncia que acabou sendo arquivada pelo Supremo Tribunal Federal.O que deixa cada vez mais intrigado o cidadão brasileiro é descobrir como funciona a rotina de trabalho dos nossos deputados e senadores. Nesses seis meses de crise, não se viu no noticiário nada que indicasse a discussão ou aprovação de algum projeto de interesse público. Quem lê jornais ou vê os noticiários da TV acaba concluindo que nossos parlamentares gastam todo seu tempo em trocar acusações e desmentidos. E o que fazem no resto do tempo? Como já está incoporada à nossa cultura política, a jornada de trabalho de nossos parlamentares vai de terça a quinta. Os demais quatro dias, ele passa "trabalhando” junto às bases políticas, geralmente longe da capital. Por isso, aqui vai um recado aos nossos representantes: aproveitem esses quatro dias fora do Parlamento para ouvir verdadeiramente os eleitores e conhecer seus problemas. Só assim vão ficar sabendo que o povão quer que os senhores parem um pouco de fazer política e devotem mais tempo ao contribuinte que lhes paga salários e mordomias e recebe quase nada em troca. In: http://www.intellibusiness.com.br/diretodaredacao/noticias/index.php?not=2294

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